sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Montanha-russa: aprendendo a conviver com os altos e baixos


A cada dia que passa, eu entendo mais, por vezes de modo tranquilo, outras de maneira cruel, que a vida é mesmo como uma montanha-russa [e olha que eu só andei de montanha-russa uma vez, e foi numa dessas bem baixinhas, de parquinho vagabundo], cheia de altos e baixos. O que vale é tentar não se deixar abater pelos baixos, buscar algum aprendizado e reconfortar-se na certeza de que nada será constante. Se está, é porque em algum momento irá subir ou descer, e o melhor que a gente faz é se acostumar com isso, pois é um movimento que vai se repetir enquanto estivermos vivos.
Só nos sentiremos vivos de fato enquanto a nossa vida seguir nesse movimento. Quando ela estiver constante, sem altos e sem baixos, vai estar muito estável, sem graça. Em suma, você não estará vivendo! Apenas sobrevivendo, e nesses meus 26 anos [quase 27], aprendi que sobreviver não é mais do que a nossa obrigação, mas viver é que é o verdadeiro desafio. Então, como diz em "Epitáfio" dos Titãs, "É preciso saber viver".

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